Músicas Imortais

Bachianas Brasileiras Nº 5 - I. Aria

Cantilena - Heitor Villa-Lobos

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Igreja da Boa Morte em Cachoeira - Foto Planeta Memória

Bachianas Brasileiras Nº 5 - 1º Movimento - Aria: Cantilena - Heitor Villa-Lobos - Orquestra Tabajara, arranjo do maestro Severino Araújo em ritmo de samba

Imagens de Cachoeira - Bahia - Brasil

Letra

Bachianas Brasileiras nº 5 - I. Aria: Cantilena

Composição de Heitor Villa-Lobos


Tarde uma nuvem rósea lenta e transparente

Sobre o espaço, sonhadora e bela!


Surge no infinito a Lua docemente

Enfeitando a tarde, qual meiga donzela

Que se apresta e a linda sonhadoramente

Em anseios d'alma para ficar bela


Grita ao céu e a terra toda a natureza!

Cala a passarada aos seus tristes queixumes

E reflete o mar toda a sua riqueza

Suave a luz da Lua desperta agora

A cruel saudade que ri e chora!

"A Divina" canta a letra das Bachianas
Elizeth Cardoso - Bachianas Brasileiras Nº5 Ao Vivo ("A Divina Elizeth")
Nesta versão com letra de David Nasser

Vai por este céu vazio

De esperança

Vai minha alma regressar

Para os meus ao meu lugar

Este chão de todos nós

Quando alguém lhe escutar

Vai lembrar, vai lembrar a minha voz

As preces que deixei quando parti

Dando tudo pra não ir

Ah, a eternidade

Ah, este meu grito

Ah, tudo perdido

Ah, a esperança foi finita.

Bachianas Brasileiras nº5 - I. Aria: Cantilena

Versão Original do primeiro movimento

Compositor: Heitor Villa-Lobos

Texto: Ruth Valadares Correa

Maestro: Kenneth Schermerhorn

Orquestra: Nashville Symphony Orchestra Cellos

Voz: Rosana Lamosa (Soprano)

Bachianas Brasileiras n.º 5, ou simplesmente Bachianas n.º 5, é uma composição clássica escrita por Heitor Villa-Lobos para uma combinação instrumental mais camerística, quer seja, para uma soprano e um conjunto de oito violoncelos. Trata-se da composição clássica brasileira mais conhecida no mundo, especialmente o primeiro movimento.

A obra tem apenas dois movimentos: a famosa Aria (Cantilena) que foi composta em 1938, sobre texto de Ruth Valadares Corrêa, e estreada em 25 de março de 1939, no Rio de Janeiro, com a própria Ruth Valadares sob a regência de Villa-Lobos; e o segundo movimento, Dança (Martelo), composto apenas em 1945, sobre texto do poeta Manuel Bandeira. Ou seja, percebe-se que Villa-Lobos escreveu esta composição em duas etapas. A segunda parte foi composta após Villa-Lobos ter composto a última de suas Bachianas Brasileiras, a de número nove.

A versão completa das Bachianas Brasileiras nº 5 foi estreada no dia 10 de outubro de 1947, em Paris, com a soprano Hilda Ohlin e regência do próprio Villa-Lobos. Neste mesmo ano, o compositor faria ainda uma versão da Ária, para soprano e violão e, em 1948, da obra completa, para soprano e piano.

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